A catraca para cadeirante é um equipamento indispensável para projetos que priorizam acessibilidade, fluidez de entrada e conformidade com as normas de inclusão. Em ambientes onde o controle de acesso é necessário, como empresas, instituições de ensino e academias, oferecer uma estrutura adaptada às pessoas com deficiência não é apenas uma obrigação legal — é uma exigência ética e funcional.
Soluções voltadas a esse público são projetadas com dimensões específicas, mecanismos de abertura lateral e sensores que garantem um fluxo seguro e respeitoso. A ausência desses equipamentos pode gerar não apenas riscos operacionais, mas também sanções jurídicas por descumprimento de normas técnicas e leis federais.
Ao contrário das catracas tradicionais, o modelo pensado para pessoas com mobilidade reduzida oferece passagem ampla, com acionamento automático ou por controle remoto. Essa tecnologia é conhecida no mercado como catraca PNE, sigla para Pessoa com Necessidades Especiais, ou como catraca PCD, quando direcionada ao público com deficiência física permanente.
O funcionamento é simples: ao ser acionada, a barreira libera a entrada sem exigência de esforço físico ou manuseio de dispositivos manuais. Muitas versões contam com sensores que detectam a aproximação da cadeira de rodas, ativando automaticamente a liberação de passagem.
Além de facilitar a entrada de cadeirantes, esses modelos também atendem gestantes, idosos, pessoas com mobilidade temporariamente comprometida e até visitantes com volume extra de bagagem ou carrinhos infantis.
A instalação de catraca de acesso para cadeirante deve seguir diretrizes da NBR 9050, norma da ABNT que trata da acessibilidade em edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Essa padronização garante que as dimensões da passagem, altura dos dispositivos e forma de acionamento estejam em conformidade com os direitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira.
O não cumprimento desses critérios pode resultar em autuações por órgãos fiscalizadores, bloqueio de alvarás de funcionamento e, mais grave, afastamento de usuários que não encontram estrutura adequada para utilizar o ambiente.
Empresas que investem em infraestrutura acessível demonstram responsabilidade social, reforçam sua imagem institucional e contribuem ativamente para uma cultura mais inclusiva.
A catraca de acesso para cadeirante pode ser integrada aos mesmos sistemas de controle utilizados em catracas convencionais. Isso inclui integração com leitores biométricos, cartões de proximidade, QR Code, senhas numéricas e sistemas de agendamento.
Dessa forma, é possível manter o monitoramento completo dos acessos, sem comprometer a autonomia dos usuários com deficiência. Além disso, é possível gerar relatórios específicos, configurar permissões diferenciadas e implementar fluxos personalizados de entrada.
Veja abaixo as principais vantagens da integração sistêmica:
Esse tipo de estrutura pode ser facilmente incorporado a portarias eletrônicas, entradas de academias, instituições públicas ou sedes corporativas.
A escolha do modelo ideal deve considerar as particularidades do espaço físico, o volume de circulação e o perfil dos usuários. Catracas com braço articulado lateral ou portões automáticos de vidro temperado são algumas das opções mais utilizadas, garantindo acessibilidade sem comprometer o design arquitetônico.
Materiais resistentes, motores silenciosos e sensores inteligentes são diferenciais que agregam valor ao equipamento e evitam desgastes prematuros. Também é importante que o modelo escolhido permita manutenções simples e reposição de peças em curto prazo.
Além dos aspectos mecânicos, o atendimento técnico e a confiabilidade do fornecedor devem ser considerados com rigor no processo de aquisição.
Sim. Embora projetada para cadeirantes, a catraca PNE também atende com eficiência idosos, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Não. A catraca de acesso para cadeirante pode ser integrada ao mesmo software que gerencia outros pontos de entrada, com configuração de acessos específicos.
Depende do modelo, mas a maioria das catracas adaptadas exige passagem livre entre 90 e 120 centímetros, conforme recomenda a NBR 9050.
Modelos de qualidade demandam apenas manutenções preventivas periódicas, sem necessidade de ajustes constantes.
Não. Quando bem planejada, a inclusão da catraca PCD melhora a logística do ambiente e distribui melhor o fluxo entre todos os usuários.
Garantir acessibilidade não é apenas cumprir normas — é oferecer autonomia, respeito e segurança a todos que circulam pela sua empresa. A CBM Sistemas oferece soluções completas em controle de acesso, incluindo catracas adaptadas e sistemas integrados que valorizam a mobilidade e o bem-estar. Fale com nossos especialistas e conheça as opções ideais para o seu espaço.